• YEAR :
  • LOCATION :
  • CATEGORY :
  • CREATIVE DIRECTOR :
  • VISUALIZATION :

Troviscal Palace – Pronto a Habitar

Palacete Secular do início do século XIX totalmente reconstruído em 2019, mantendo as fachadas originais, o Troviscal Palace é um empreendimento pronto a habitar.

As paredes exteriores foram mantidas e recuperadas e, no seu interior, foram revestidas e isoladas com poliestireno expandido e placas de gesso cartonado.

O telhado é um apontamento chave que valoriza todo o edifício. Foi todo renovado na sua totalidade com aplicação de telhas Marselha, aplicação de placas em OSB, aplicação de Roofmate para isolamento técnico e colocação de sub-telha Onduline para um reforço da impermeabilização de todo o edifício.

Inserido num condomínio fechado e transformado em tipologias T2 e T3, o Troviscal Palace dispõe de zonas de circulação em calçada portuguesa e zonas de jardim com sistema de rega automático. Dispõe também de um espaço reservado para um parque infantil, vídeo porteiro e portões automatizados de acesso às garagens.

Este condomínio está localizado numa zona tranquila, abrigada por zonas verdes e bom ambiente.

O Troviscal Palace fica a 10km de Aveiro e tem proximidade com à Escola de Artes da Bairrada, Clínica de Oiã, praias e boas acessibilidades com transportes públicos.

Na compra ou investimento no Troviscal Palace, o novo proprietário estará isento de IMI e IMT

Fale connosco para mais informações

 

Todas as habitações estão equipadas:

  • Recuperador de calor a lenha
  • Caldeira instantânea de condensação de alta eficiência, modelo NEODENS PLUS 28/28 da Baxi
  • Radiador de aquecimento na zona dos quartos e salas, modelo ASTRAL 70, da Baxi
  • Radiador toalheiro nos banhos, modelo ZT, da Baxi
  • Sistema de aquecimento de água através de um sistema independente constituído por um painel solar, modelo mediterrâneo SLIM 250, da Baxi, interligado a um termoacumulador de 200L
  • Uma cabine individual em cada habitação, com capacidade para duas garrafas de gás
  • Janelas com vidro duplo térmico de baixa emissividade e caixilharia em perfil PVC, da REHAU
  • Madeiras de interior lacadas a branco e ferragens em inox
  • Pavimento interior com soalho flutuante
  • Todos os banhos estão revestidos com material cerâmico ou pedra natural polida conjugada com pintura com tinta lavável e móveis em termolaminado
  • Os móveis das cozinhas com frentes, têm os tampos e paredes de trabalho em placas COMPAC
  • Portões de acesso às garagens fechadas com sistema automatizado
  • Roupeiros embutidos em todos os quartos
  • Revestimentos de 1º qualidade

Vistos Gold saem de Lisboa e do Porto mas por fases

Mudanças na concessão de autorizações de residência para investimento, que passam a estar focadas nas regiões de baixa densidade populacional, vão entrar em vigor dia 1 de Julho e haverá um período de transição que dura até 2022.

O Governo decidiu avançar com as alterações à concessão das autorizações de residência para investimento (ARI), mais conhecidas por “vistos gold”, acabando com a sua aplicação nas regiões de Lisboa, Porto ou Algarve. Em concreto, e dando cumprimento, quase no final do ano, à autorização legislativa que constava do Orçamento do Estado para este ano, a concessão dos “golden visa” vai deixar “de se aplicar às regiões do litoral e às áreas metropolitanas, salvaguardando a possibilidade de renovação de autorizações de residência já concedidas.

De acordo com a ministra Mariana Vieira da Silva, este tipo de investimentos – até aqui maioritariamente ligados ao imobiliário – será assim dirigido às comunidades intermunicipais (CIM) do interior e às regiões autónomas. A ideia passa também por aumentar o número de investimentos em actividades sejam mais potenciadoras da criação de emprego.

No entanto, explicou a ministra após o Conselho de Ministros, haverá “um regime transitório durante 2021 e 2022” em que “se vai sucessivamente aumentando o valor dos investimentos previstos e reduzindo a possibilidade da sua aplicação às áreas metropolitanas”.

O contexto em que a legislação foi aprovada, sublinhou, “é diferente do que vivemos hoje”, dando assim a entender que é dado um tempo extra para as empresas ligadas a este negócio, como as imobiliárias, se adaptarem, no meio de uma conjuntura recessiva.

Por outro lado, a medida entra em vigor a 1 de Julho no ano que vem, e não já em Janeiro. Sendo uma medida com impacto nas empresas, só podia ser aplicada a partir de uma destas duas datas, e Janeiro, disse a ministra, está “excessivamente próximo”.

5611 milhões de euros geraram 9340 vistos

Desde o início deste regime, em 2012, até Novembro deste ano, foram concedidos 9340 “vistos gold”, ligados a investimentos de 5611 milhões de euros. Destes valores, 8782 vistos e 5071 milhões têm a ver com o sector imobiliário (casa de valor igual ou superior a meio milhão de euros, ou igual ou superior a 350 mil euros se for para reabilitação), concentrado principalmente nos concelhos de Lisboa e de Cascais. A seguir ao imobiliário, a categoria com mais receptividade é a de transferência de capitais, com 541 “vistos gold” e 5398 milhões de euros.

De resto, ainda só foram atribuídos 17 vistos pela criação de dez postos de trabalho, e três (dois dos quais em Outubro deste ano) pela transferência de 350 mil euros ligados à criação ou reforço de capital de uma empresa e criação ou manutenção de cinco postos de trabalho. Há ainda duas categorias que nunca conseguiram atrair um único investidor: a que requer a aplicação mínima de 250 mil euros na produção artística e a que implica o investimento mínimo de 350 mil euros em investigação científica.

No âmbito do debate do Orçamento do Estado para 2021, o PAN quis introduzir duas alterações ao regime dos “vistos gold”, tendo ambas sido chumbadas. Uma previa o fim deste regime de concessão de autorizações de residência e outra estava ligada à realização de um balanço sobre os “vistos gold”. Com esta iniciativa, o PAN queria que fosse entregue um conjunto de dados, desde 2012 até agora, como o número total de autorizações de residência atribuídas, por distribuição geográfica, por nacionalidade e por área de actividade.

Pretendia-se saber também qual o número de investimentos realizados por empresas, “nomeadamente o que se refere ao investimento imobiliário, e a identificação das empresas que os realizaram”, e qual “o número de pedidos de autorização recusados desde 2012, discriminando o país de origem dos requerentes”.

Com pouco escrutínio público, são conhecidas as conclusões de duas auditorias à forma como são atribuídos os “vistos gold” por parte do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), efectuadas pela Inspecção-Geral da Administração Interna (IGAI), uma referente a 2014 (onde foram identificadas várias falhas) e outra a 2017. Em 2015, ficou estipulado por lei que devia haver uma auditoria anual conduzida pela IGAI, mas essa medida acabou por ser logo revogada em 2018.

Quanto à auditoria referente a 2017, acabou por chegar ao plano de actividades de 2019, tendo sido formalmente concluída apenas no final de Janeiro deste ano. E, entre as conclusões, a que o PÚBLICO teve acesso, ficou a recomendação de uma nova auditoria a “inscrever em futuro plano de actividades da IGAI”, algo que deverá ocorrer em 2021.

Fonte: Público, 2020

Queremos ajudá-lo!

Se procura uma casa, um terreno ou um apartamento para investir, entre em contacto connosco. Temos várias opções em Aveiro e no Porto que certamente irão ao encontro daquilo que procura.

Download WordPress Themes
Premium WordPress Themes Download
Download Premium WordPress Themes Free
Download Nulled WordPress Themes
udemy free download
download lava firmware
Free Download WordPress Themes
online free course
WhatsApp chat